Ilhéus: Lei reconhece Mercado de Artesanato como patrimônio turístico e cultural

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Fundado em 2001 durante o governo de César Borges, o Mercado de Artesanato de Ilhéus, que reúne 85 microempreendedores e gera mais de 300 empregos diretos e indiretos no município, além de receber milhares de turistas anualmente, foi reconhecido como patrimônio turístico e cultural. Durante a sessão parlamentar ocorrida na tarde dessa terça-feira, a Câmara de Vereadores de Ilhéus aprovou a lei número 55 do ano de 2018. A lei, de autoria do vereador Makrisi Angeli, do PT, promoveu o reconhecimento desse equipamento turístico da região cacaueira, que passa a integrar de forma oficial o roteiro turístico, algo que permite que roteiros instrumentalizados pelo poder público valorizem o que há muito as operadoras de turismo já reconhecem. Com a presença do presidente da AMAI (Associação do Mercado de Artesanato de Ilhéus), Clóvis Couto, do vice presidente Jair Teixeira, e do tesoureiro Allan Philipe, Makrisi comemorou ao lado dos representantes do Mercado de Artesanato de Ilhéus. Situado no Centro histórico de Ilhéus, o Mercado de Artesanato fica ao lado do SAC e é um dos locais mais visitados por turistas brasileiros e estrangeiros.

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