Os passageiros sumiram

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Foi-se o tempo em que as áreas de embarque dos aeroportos ficavam lotadas. Pessoas de todas as classes sociais aguardavam para levantar voo e explorar destinos nacionais e internacionais. Nos últimos anos, milhões de brasileiros trocaram os terminais rodoviários pelos aeroportos, atraídos pelas vantagens e preços acessíveis oferecidos pelas companhias. A crise econômica, porém, acabou com a festa. O setor aéreo enfrenta agora grave turbulência – a mais séria em 11 anos. De acordo com um relatório da Agência Nacional de Avião Civil (Anac), em 2016 o número de viajantes caiu 6,9%, considerando trajetos nacionais e internacionais, no pior resultado desde 2007. Para se ter ideia, 117,7 milhões de pessoas foram transportadas em 2015, um recorde histórico. No passado, foram 109,6 milhões, o que significa que 7,5 milhões de pessoas deixaram de voar. “A recessão e a queda no poder de compra dos brasileiros afetaram drasticamente a aviação, e a perspectiva é de que não haverá retomada nos próximos meses”, afirma Eduardo Sanovicz, presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). As informações são da revista Isto É. Avião-300x168

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